- Escrever para Quadrinhos é mais ou menos como escrever poesia.
- Saiba o fim da história antes de você começar a escrevê-la.
- Quando possível comece com o convencional, mostre seu protagonista num estado natural.
- Mostre apenas o que é importante, comece a cena o mais tarde possível.
- Vá até seu personagem apenas quando estiver fazendo ou dizendo algo importante, senão ignore-o. Ou lhe de algo para fazer, você é o escritor e por isso presume-se que possa fazer isso.
- Mantenha a história em constante movimento.
- Nunca escreva uma cena ou um simples quadro que não faça sua história avançar de alguma maneira.
- Personagem é história. História é ação e ação é o que o personagem faz.
- O herói deve ser o agente da resolução da história, ele deve agir, em vez de apenas reagir, e estar envolvido diretamente com o enredo principal.
- Use o diálogo tão cedo quanto possível e com freqüência.
- Se você não desenvolveu uma inclinação para o humor não tente usá-lo, poupe sua platéia.
- Seu vilão deve ser tão grandioso quanto o herói, às vezes, é melhor que seja superior. Se não em valores morais, pelo menos em força, recursos ou inteligência.
- De ao vilão uma motivação genuína.
- Evite “deixar no teclado”. Você sabe o que aconteceu. Para você é perfeitamente óbvio. Mas o leitor não sabe até que você conte para ele. Ele não está lendo ficção porque gosta de jogos de adivinhação.
- Escritores aprendem a escrever escrevendo.
- Alguém disse que fazer roteiros é fácil?
(Compilado de meu livro de cabeceira “Guia DC Comics de Roteiros, por Dennis O´Neil”)
- Saiba o fim da história antes de você começar a escrevê-la.
- Quando possível comece com o convencional, mostre seu protagonista num estado natural.
- Mostre apenas o que é importante, comece a cena o mais tarde possível.
- Vá até seu personagem apenas quando estiver fazendo ou dizendo algo importante, senão ignore-o. Ou lhe de algo para fazer, você é o escritor e por isso presume-se que possa fazer isso.
- Mantenha a história em constante movimento.
- Nunca escreva uma cena ou um simples quadro que não faça sua história avançar de alguma maneira.
- Personagem é história. História é ação e ação é o que o personagem faz.
- O herói deve ser o agente da resolução da história, ele deve agir, em vez de apenas reagir, e estar envolvido diretamente com o enredo principal.
- Use o diálogo tão cedo quanto possível e com freqüência.
- Se você não desenvolveu uma inclinação para o humor não tente usá-lo, poupe sua platéia.
- Seu vilão deve ser tão grandioso quanto o herói, às vezes, é melhor que seja superior. Se não em valores morais, pelo menos em força, recursos ou inteligência.
- De ao vilão uma motivação genuína.
- Evite “deixar no teclado”. Você sabe o que aconteceu. Para você é perfeitamente óbvio. Mas o leitor não sabe até que você conte para ele. Ele não está lendo ficção porque gosta de jogos de adivinhação.
- Escritores aprendem a escrever escrevendo.
- Alguém disse que fazer roteiros é fácil?
(Compilado de meu livro de cabeceira “Guia DC Comics de Roteiros, por Dennis O´Neil”)
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